Da imortalidade da alma e outros textos póstumos, de David Hume

capa-unijui-humeHume, David. Da imortalidade da alma e outros textos póstumos. Tradução: Jaimir Conte, Davi de Souza e Daniel Murialdo. Ijuí:Editora Unijuí, 2006. (Coleção filosofia; 12).  ISBN: 85-7429-558-2

“Mais de duzentos anos passados desde a morte de David Hume, em 1776, ainda não é fácil avaliar toda a amplitude da sua importância para a filosofia, para a história, para a teoria econômica e política, para a crítica da religião. Na filosofia do século XVIII, só a figura de Kant lhe pode ser comparada. E todo o estudante sabe, pelo menos, que o grande filósofo alemão só soube desvencilhar-se da submissão à metafísica tradicional a partir do momento em que a leitura das obras de Hume o despertou desse “sono dogmático”. (João Paulo Monteiro, Hume e a epistemologia).

“Poder-se-á julgar de diversas maneiras suas opiniões filosóficas, cada qual as aprovando ou condenando segundo as achar conformes ou contrárias às suas; mas é difícil que haja diversidade no julgamento que se fizer de sua conduta e de seu caráter…. sempre o considerei, durante sua vida e depois de sua morte, como o homem que mais se aproximou, tanto quanto talvez a natureza da fraqueza humana permita, da idéia que formamos de um homem perfeitamente sábio e virtuoso”. (Adam Smith, Carta a Wilhiam Strahan).

Resenha, de Itamar Luis Gelain.  In: Cognitio-Estudos: Revista Eletrônica de Filosofia, ISSN 1809-8428, São Paulo: CEP/PUC -SP, vol. 9 , nº. 2, julho- dezembro, 2012, p. 265-268.

Um absurdo razoável – Revista Filosofia Ciência e Vida.

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